Revivendo Águas Claras

Revivendo Águas Claras

Revivendo aguas claras – Apresentação e monitoramento
Comitê de Bacia Hidrográfica Lagos São João

A técnica de monitoramento utilizada no Projeto Revivendo aguas claras é a apresentada pelo pacto pela restauração da mata atlântica.
O Biólogo José Carlos Barcelos e Dalva Mansur representam o IPEDS neste projeto.

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Monitoramento


As concessionárias Águas de Juturnaíba, em parceria com a Prolagos, o Comitê de Bacia Hidrográfica Lagos São João e o Consórcio Intermunicipal Lagos São João, desenvolvem o projeto Revivendo Águas Claras com o objetivo de mobilizar parceiros para o reflorestamento no entorno do reservatório de Juturnaíba e de seus rios contribuintes.

Durante dois anos, foram feitos levantamentos das regiões ao redor da represa de Juturnaíba e os principais rios que a alimentas, com intuito de identificar junto aos produtores rurais as áreas que precisavam ser reflorestadas. Consequentemente, foi criado um banco de áreas. A maior parte dos locais cadastrados está localizada no município de Silva Jardim no Estado do Rio de Janeiro.

O “Revivendo Águas Claras” está sempre em busca de novos parceiros, tanto de produtores rurais para ceder água, quanto de investidores. Em janeiro de 2016, foi decidido pelo grupo de trabalho do projeto que a primeira área a ser reflorestada, com espécies nativas da mata atlântica específicas da bacia do rio São João, seria na fazenda Coqueiro na estrada do Mato Alto em Silva Jardim, pelos seguintes motivos:

O proprietário Sr. Johan Richard estava bastante mobilizado e se disponibilizada a deixar a área como local para educação ambiental permitindo a presença de estudantes com seus professores. A área tem o formato de uma pequena bacia hidrográfica, onde o centro é a nascente do Vão da Caixa, que é contribuinte do rio Capivari, que vai formar a Lagoa de Juturnaíba.

A área anteriormente era usada em plantio de eucaliptos e em seguida para o gado. A área, com 2,25ha vem servindo como modelo de reflorestamento e utilizada por escolas e universidades da Região dos Lagos para fins educativos.

Com tantas qualidades, iniciou-se em 28 de março de 2016 o plantio de espécies nativas, com a presença de escolas locais e de personalidades políticas além de protagonistas locais envolvidos na preservação da região.

Vamos então mostras fotos do grampeamento, da cerimônia de plantio, dos dois primeiros meses de crescimento e do dia em que foi feito o monitoramento 903 de novembro de 2016), quando já estávamos com sete meses de plantio, com mudas variando entre 40cm a 80cm.

Área de Reflorestamento